quarta-feira, 13 de junho de 2018

Faça a melhor escolha, vá pelas escadas

Portugal tal como outros países Europeus tem vindo a dar cada vez mais importância a actividades que melhorarem a condição física e promovam a saúde da sua população.
Através desta campanha visa-se promover uma interacção próxima com a população com o objectivo do reconhecimento das vantagens da adopção de comportamentos fisicamente activos, em concreto, incentivar a população para a utilização de escadas ao invés de meios mecânicos.
O objectivo geral é a sensibilização das pessoas para os benefícios para a saúde da utilização de escadas em detrimento dos meios mecânicos.
Aderir a esta campanha será benéfico para a sua saúde e para a grande maioria da população. No entanto, antes de decidir utilizar as escadas em vez dos meios mecânicos (elevador, escada, rampa ou tapete rolante) conheça os benefícios e as situações que podem contra indicar essa prática.
Benefícios e cuidados a ter
Caso sofra de algum destes problemas, sugerimos que se aconselhe com o seu médico antes de tomar a decisão de aderir à campanha:
  • Problemas osteoarticulares, dos ossos, das articulações, dos músculos, tendões e ligamentos, em especial, do joelho, da coluna vertebral, costas e da bacia.
  • Problemas cardiovasculares, do coração, pressão/tensão arterial elevada ou outro problema do foro cérebro-cardiovascular.
  • Problemas de equilíbrio
  • Problemas de visão
  • Dores ou falta de ar a subir ou descer escadas
  • Dores nas pernas, se sente dores ou cãibras nas pernas quando sobe ou desce escadas
E lembre-se:
  • Inicie sempre a subir devagar e aumente a cadência progressivamente
  • Comece por subir um patamar de escadas e progressivamente aumente outro
São vários os benefícios relacionados com a utilização regular de escadas, podendo contribuir para:
  • Melhorar os níveis de colesterol
  • Reduzir stresse e ansiedade
  • Melhorar o desempenho cardiovascular
  • Reduzir o risco de osteoporose e fracturas
  • Fortalecer o sistema ósseo
  • Aumentar a capacidade respiratória
  • Melhoria progressiva da função pulmonar
  • O controlo do peso 
  • Ganhos ambientais
Dê o próximo passo para melhorar a sua saúde e a dos outros. Aceite o desafio!
Mais informações em aqui.

quarta-feira, 6 de junho de 2018

Dia mundial do ambiente

"No dia 5 de junho assinala-se o Dia Mundial do Ambiente e os alertas para uma vida mais ecológica entopem a internet mas... e no resto do ano? A cada dia que passa os aterros são maiores e o oceano fica mais poluído. Animais marinhos morrem ao ingerir plástico, os voluntários para combater a poluição não são suficientes.
A realidade ecológica é cada vez mais negra e, segundo um estudo partilhado esta terça-feira pela ZERO - Associação Sistema Terrestre Sustentável, seriam necessários 2,3 planetas para sustentar as necessidades de recursos dos portugueses. Em 1970, foi a última vez que se conseguiu cumprir o orçamento natural anual do país, o que equivale a uma exploração excessiva dos recursos naturais disponíveis no planeta Terra.
O tema não é novo na sociedade e existem inúmeras manifestações durante o ano, mas o comportamento humano não se altera. O mesmo estudo apresentado por aquela ONG calcula a pegada ecológica de cada português em 3,9 hectares globais, no entanto a biocapacidade do planeta é de 1,5 hectares globais.
Lixo Zero - Movimento Zero Waste é uma das páginas de Facebook que procura motivar os portugueses para mudar hábitos de vida e diminuir a pegada individual. Deixar de usar cotonetes e palhinhas para beber sumo são dois gestos simples que reduzem a quantidade de poluição na natureza.
É importante celebrar o Dia do Ambiente, mas todos os dias são bons para mudar hábitos e deixar, às novas gerações, o mundo um pouco melhor."

Consórcio europeu lança projeto para combater a obesidade infantil na Europa

Se a atual tendência de obesidade infantil não for interrompida até 2025, mais de um em cada três adultos na Europa será obeso. No sul da Europa, em partes da Europa Central e Oriental e no Reino Unido, mais de uma em cada dez crianças com idades entre os 5 e os 19 anos é obesa. Em países como a Grécia, Itália e Portugal mais de uma em cada três crianças tem excesso de peso.
Foram estes os dados que levaram o consórcio STOP (Ciência e Tecnologia na Política de Obesidade Infantil) a lançar o maior projeto de pesquisa da Europa para combater a obesidade infantil, no valor de 9,95 milhões de euros. O consórcio, que conta com a colaboração de 31 organizações de 16 países, procurará identificar e testar as melhores abordagens para a prevenção e tratamento da obesidade, especialmente em crianças jovens (até os 12 anos).


O projeto STOP examinará as oportunidades com potencial de intervenção para ajudar a reduzir a carga da obesidade infantil na Europa. Isso inclui melhorar a nossa compreensão de como o ambiente em que vivemos molda o comportamento das crianças e as escolhas dos pais, começando antes do nascimento. O projeto investigará os primeiros sinais de mudanças biológicas devido a esses comportamentos, levando à obesidade, em 17 coortes de crianças na Europa.


Será realizado um estudo na Suécia, Espanha e Roménia para testar se as tecnologias digitais podem ajudar as crianças muito jovens obesas e as suas famílias a alcançar melhorias sustentáveis no peso corporal, especialmente nas crianças de um contexto socioeconómico desfavorecido. O projeto visa também tornar a indústria alimentar e outros atores comerciais responsáveis pelo que as crianças consomem. O objetivo é estimulá-los a produzir soluções inovadoras para tornar o consumo infantil mais saudável por meio de uma competição que levará à concessão de fundos para trazer as inovações mais prometedoras ao mercado.
Entre outras políticas, o projeto irá avaliar a possibilidade de os governos europeus usarem recursos como impostos, rótulos nutricionais e restrições na comercialização de alimentos e bebidas para combater a obesidade infantil.


O projeto STOP será coordenado por uma equipa da Imperial College Business School em conjunto com as suas organizações parceiras que incluem outros departamentos de pesquisa universitária, órgãos governamentais, organizações internacionais, como a Organização Mundial da Saúde ou  OCDE, bem como organizações da sociedade civil preocupadas com a saúde e as crianças, como por exemplo os Consórcios Europeus EIT Health e EIT Food, que promovem a inovação nos sectores da saúde e alimentação, respetivamente.