quarta-feira, 17 de outubro de 2018

Dia do Pão e da Alimentação

No dia 16 de outubro, celebrou-se o Dia Mundial da Alimentação e o Dia Mundial do Pão. 
Dia Mundial da Alimentação
A celebração do Dia Mundial da Alimentação foi estabelecida em novembro de 1979 pelos países membros na 20.ª Conferência da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO – sigla em inglês).
A data 16 de outubro marca o dia da fundação da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura, em 1945.
Objetivos
  • Alertar para a necessidade da produção alimentar e reforçar a necessidade de parcerias a vários níveis;
  • Alertar para a problemática da fome, pobreza e desnutrição no mundo;
  • Reforçar a cooperação económica e técnica entre países em desenvolvimento;
  • Promover a transferência de tecnologias para os países em desenvolvimento;
  • Encorajar a participação da população rural, na tomada de decisões que influenciem as suas condições de vida.

Dia Mundial do Pão
Comemorada a 16 de outubro, a data foi instituída pela União Internacional de Padeiros e Afins, em 2000, para celebrar este alimento essencial. O pão é o alimento mais popular do mundo, estando presente nas várias refeições, assim como é o alimento mais versátil, dando origem a inúmeras receitas.
O pão é um dos elementos mais antigos e consumidos em todo o mundo e destaca-se pelo seu importante valor nutricional. Sublinhe-se, a título de exemplo, o baixo valor energético quando comparado com os seus substitutos. E, além de apresentar uma grande variedade de escolha, está, habitualmente, acessível a grande parte da população.
Algumas vezes o consumo de pão é desaconselhado devido à elevada quantidade de sal, mas também isso está a mudar. No final de 2017, as Associações dos Industriais de Panificação, Pastelaria e Similares do Norte, Centro e Lisboa assinaram um protocolo com a Direção-Geral da Saúde (DGS) e com o Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (Instituto Ricardo Jorge) em que se comprometem a reduzir o teor de sal no pão, do limite legal máximo de 1,4 gramas de sal por 100 gramas de produto, para menos de 1 por 100 gramas de produto, até 2021.
Para saber mais, consulte o Livro digital «Melhor grão, Melhor pão: uma análise nutricional sobre o pão» aqui.

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

Hospitalização domiciliária

A hospitalização domiciliária é uma prática recente em Portugal e está apenas desenvolvida em pleno num hospital, o Hospital Garcia de Orta, que foi o primeiro em Portugal a ter uma unidade de hospitalização domiciliária, um modelo usado em vários países e que traz vantagens, como evitar infeções hospitalares multirresistentes ou reduzir os custos de internamento.
Alternativa ao internamento convencional
A hospitalização domiciliária, enquanto modelo de prestação de cuidados em casa, afigura-se como uma alternativa ao internamento convencional, proporcionando assistência contínua e coordenada aos cidadãos que, requerendo admissão hospitalar para internamento, cumpram um conjunto de critérios clínicos, sociais e geográficos que permitem a sua hospitalização no domicílio, sob a responsabilidade dos profissionais de saúde que constituam uma Unidade de Hospitalização Domiciliária, com a concordância do cidadão e da família.
Genericamente, a hospitalização domiciliária servirá como uma alternativa ao internamento convencional, mas com assistência contínua, que permite reduzir complicações e infeções hospitalares, além de permitir gerir melhor as camas disponíveis para o tratamento de doentes agudos no Serviço Nacional de Saúde (SNS).
São 25 os hospitais, entre eles o Hospital Santa Maria Maior, EPE de Barcelos, que tiverem financiamento para constituir unidades de hospitalização domiciliária e terão de assegurar a atividade assistencial até final de março de 2019.
As unidades de hospitalização domiciliária vão funcionar 24 horas por dia e todos os 365 dias do ano, com apoio médico e de enfermagem em permanência e prevenção à noite.
O doente que esteja hospitalizado no domicílio terá acesso aos medicamentos exatamente como se estivesse internado no hospital.
Até final deste ano, as administrações regionais de saúde devem apresentar um plano de alargamento das unidades de hospitalização domiciliária nos restantes hospitais e que deve ser executado até junho de 2019.
Caberá à Direção-geral da Saúde criar uma norma de orientação clínica que defina a lista de doenças tipicamente elegíveis para a hospitalização domiciliária e os critérios de inclusão ou exclusão de doentes.
Este modelo de assistência é diferente do apoio social no domicílio que já existe no SNS, uma vez que incide sobre a fase aguda de uma doença ou sobre a agudização da doença crónica.

quinta-feira, 4 de outubro de 2018

Mochilas escolares- O saber não deve pesar


A altura da escola coloca sempre dúvidas sobre se o peso transportado nas mochilas pelos alunos não será excessivo. Na maioria das vezes é um peso excessivo e existem algumas medidas que se podem adoptar para diminuir esse peso.


O peso da mochila não deve ultrapassar 10% do peso do corpo. Mochilas demasiado pesadas podem levar a lesões graves que alteram o comportamento do corpo.

Para sensibilizar para essa questão e de forma a fornecer alternativas, na área do cidadão do Portal SNS poderá consultar o livro digital "O saber não deve pesar".

Poderá ter acesso à biblioteca de literacia em saúde da área do cidadão do Portal SNS aqui e ao livro digital aqui.